eu te odeio, mas eu te amo. é como se eu quisesse te atirar de um penhasco, e depois sair correndo para te salvar.
-
criava as mais falsas dificuldades, para aquela coisa clandestina que era a felicidade. a felicidade sempre ia ser clandestina para mim.
domingo, 12 de dezembro de 2010
sábado, 11 de dezembro de 2010
love s2
às vezes se eu me distraio, se eu não me vigio um instante, me transporto pra perto de você. já vi que não posso ficar tão solta, me vem logo aquele cheiro que passa de você pra mim, num fluxo perfeito. enquanto você conversa e me beija, ao mesmo tempo eu vejo, as suas cores no seu olho tão de perto. me balanço devagar, como quando você me embala, o ritmo rola fácil, parece que foi ensaiado. e eu acho que eu gosto mesmo de você, bem do jeito que você é. eu vou equalizar você, numa frequencia que só a gente sabe. eu te transformei nessa canção, pra poder te gravar em mim. adoro essa sua cara de sono, e o timbre da sua voz que fica me dizendo coisas tão malucas. e que quase me mata de rir, quando tenta me convencer que eu só fiquei aqui porque nós dois somos iguais. até parece que você já tinha o meu manual de instruções, porque você decifra os meus sonhos. porque você sabe o que eu gosto, e porque quando você me abraça o mundo gira devagar. e o tempo não é só meu, e ninguém registra a cena, de repente vira um filme todo em camera leeeeeenta! e eu acho que eu gosto mesmo de você, bem do jeito que você é! s3
Assinar:
Comentários (Atom)


