quarta-feira, 15 de setembro de 2010

era tudo muito estranho.

até onde eu sabia, nós dois estávamos em perigo mortal. mesmo assim, naquele instante, eu me sentia bem. completa. eu podia sentir meu coração disparado no meu peito, o sangue pulsando quente e rápido nas minhas veias de novo. meus pulmões estavam cheios com o doce cheiro que vinha da pele dele. era como se nunca houvesse existido um buraco no meu peito.
-

Nenhum comentário:

Postar um comentário